Aborto. Por que ele acaba com o conceito de família?

Abortar não é como um passeio do tipo ir ao supermercado fazer compras ou ir à padaria comprar pão. É uma situação em que a mulher passa por algum sofrimento, no mínimo ansiedade misturada com constrangimento. O corpo é invadido e pode-se correr risco de vida.

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De onde me surgiu essa ideia de que o conceito de família como conhecemos corre perigo, por conta da promoção do aborto?

Visitando uma família, no domingo, alguém perguntou para a dona da casa, uma jovem de 25 anos, que tem duas filhas: você agora não vai mais tentar se separar, tendo duas filhas para cuidar, não é? Ela disse que, na separação que tiveram há algum tempo, foi o marido que saiu de casa, por alguns dias.

Essa pergunta me deu uma ideia: é muito mais fácil uma mulher manter-se no lar com seu marido se tiver encargos familiares. E cuidar de filhos é um encargo que não dá para levar na brincadeira, sem colher-se graves consequências. É claro que a vida a dois tem muitos desafios, mas se houver filhos, as decisões diante desses desafios são mais pensadas. Mesmo havendo separação do casal, se há filhos, o conceito de família não terá sido destruído.

É claro que essa minha ideia não é taxativa, mas sujeita a questionamentos, principalmente nesses tempos modernos cheios de diversidades. Porém, se uma mulher não tem filhos, fica muito mais fácil de ter uma vida sem a ideia de família. E se o aborto se tornar uma coisa aceita por lei e for promovido, é possível que mais mulheres passem a aprová-lo, começando pela pregação nos bancos escolares.

O que você achou desse meu pensamento?

Sobre Celso Silva

Meu nome é Celso Silva; nasci no Rio de Janeiro, em 24 de fevereiro de 1950. Aos 17 anos ingressei na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, São Paulo, e após 3 anos, fui para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro, formando-me em dezembro de 1973. Segui a carreira militar, passando para a reserva como coronel.
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