Axilas escuras. O que fazer?

As axilas, região normalmente escondida, acaba aparecendo mais nas épocas mais quentes do ano. Não à toa, diversas marcas de cosméticos têm investido em desodorantes que prometem acabar com manchas escuras que possam comprometer o visual. Mas será que esses produtos funcionam?

“Há clientes que sentem diferença na cor das axilas com o uso de desodorantes clareadores, outras não apostam neste tipo de produto”, afirma Iraci Diefenthaeler, depiladora do Stylo Hair Institute, que acredita que os efeitos são diferentes de acordo com o tipo de pele e a intensidade das manchas.

Segundo Gustavo Andare, CEO da Serafina Estética Especializada, alguns dos princípios ativos dessas fórmula são a calêndula e o extrato de girassol, que aceleram o processo natural de renovação da pele, ajudando a remover as células escuras. Já para usar cremes clareadores, que contêm ácidos e podem causar reações adversas, o melhor é consultar um médico. Em manchas mais antigas, pode-se usar o peeling químico, associado à aplicações de laser e luz intensa pulsada. O método escolhido e o número de sessões variam de acordo com a região, pele e grau de escurecimento.

E o que causa afinal o escurecimento das axilas?

Especialistas concordam que o atrito é o grande vilão da história, mas a depilação pode piorar o problema. “Todos os métodos depilatórios agridem a pele, causando traumas de graus variados”, afirma Gustavo Andare. “Como menos traumático podemos citar a lâmina, apesar de o resultado durar pouco. A cera quente é a forma mais agressiva, pois traumatiza a pele com o calor e com o atrito, deixando os poros abertos como portas de entrada para bactérias”.

De acordo com Marilia Diamanttino, esteticista do Espaço Valenttina, entre os métodos mais seguros (e duradouros) estão a depilação definitiva a laser e o depilador elétrico, que retira os pêlos pela raiz. “As técnicas de laser estão cada vez mais modernas e confiáveis, o que traz conforto e alívio para quem têm muitos pelos”, explica. Já a depilação elétrica é uma opção mais barata e prática, já que pode ser aplicada em casa e o custo fica restrito apenas a compra do aparelho.

Mulheres com pele mais clara têm menos tendência para manchas, mas ainda assim é preciso cuidado. Já as morenas e negras, por terem mais melanina, são as principais candidatas ao problema. “Uma dica é nunca depilar-se várias vezes seguidas”, explica Iraci Diefenthaeler. Forçar a lâmina ou utilizar cera com menos de uma semana de intervalo são práticas condenáveis para quem quer ter axilas livres de manchas.

Logo após a depilação, alguns cuidados ajudam a proteger a pele das agressões externas, que também podem escurecer a região. “Não se deve tomar sol nem antes nem depois da depilação. É importante que se higienize o local a ser depilado com álcool 70 e depois passe uma camada de talco para manter a pele protegida”, afirma a especialista da Stylo Hair Institute.

Para quem é fã de esfoliação, é preciso atenção para não exagerar. Quando realizada corretamente, essa técnica auxiliar na retirada de células mortas e confere maciez à região. “Uma pele que tende a manchar pode piorar com esfoliações constantes, já que ela também é uma agressão para a pele, mesmo retirando as células mortas”, afirma o CEO da Serafina Estética Especializada. O ideal é fazer uma leve esfoliação no banho, uma vez por semana, com produtos específicos para regiões sensíveis do corpo.

Dicas para axilas sem manchas:

1) Ao usar lâminas, passe um pouco de condicionador para que a pele seja protegida e o pelo fique mais macio para ser cortado, de preferência no banho com água morna;

2) Evite passar desodorante logo após a depilação, prefira produtos pós-depilatórios;

3) Nunca remova os pelos com a pele seca, para não irritá-la;

4) Evite tomar sol logo depois da depilação.

5) Procure depilar-se à noite. Assim a pele tem muitas horas longe do sol e de roupas mais apertadas para recuperar-se dos danos.

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Sobre Celso Silva

Meu nome é Celso Silva; nasci no Rio de Janeiro, em 24 de fevereiro de 1950. Aos 17 anos ingressei na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, São Paulo, e após 3 anos, fui para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro, formando-me em dezembro de 1973. Segui a carreira militar, passando para a reserva como coronel.
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