Teste se você é um “espanta-pretendentes” ou vai com calma na conquista

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Quando começamos um relacionamento, tudo é muito gostoso: conhecer alguém que lhe agradou, novas experiências, semelhanças de personalidade, um novo beijo e aquela sensação gostosa de que “agora vai”. Por outro lado, dá-lhe apreensão! No afã de que a pessoa goste da gente e que seja finalmente, aquela que trará mais alegria aos nossos dias, agimos impulsivamente – o que pode ser decisivo para espantar a pessoa em poucos dias (às vezes, um encontro basta para causar péssimas impressões). 

No filmeComo Perder um Homem em Dez Dias, uma jornalista tem o objetivo de escrever uma matéria sobre a experiência real de espantar um pretendente em dez dias. A principal arma que a personagem utilizou foi a inconveniência: deixou seus objetos na casa do moço, chamava seu órgão sexual por um apelido fofo e levou-o em um festival de comédias românticas. Tudo proposital, mas que muitas pessoas na vida real acabam fazendo sem perceber que estão desagradando ou constrangendo o parceiro.

“Não se trata de modificar sua personalidade para agradar o outro e conquistá-lo, mas sim de entender que ele é uma pessoa diferente de você e não ‘derramar’ todas as suas expectativas ou impor suas vontades sobre ele”, afirma Regina Montelli, especialista em medicina comportamental pela Unifesp.

Para isso, o primeiro passo é compreender que, por mais que você esteja esperando há tempos aquela companhia especial, sua felicidade não depende da presença do outro na sua vida. “É importante ser independente para não atropelar os desejos da pessoa. Todos gostamos e queremos liberdade e ninguém gosta de ter seu espaço invadido. No amor acontece dessa mesma forma: quem chega querendo entrar ‘de cabeça’ na vida de alguém, acaba sendo visto como um intruso, uma ameaça à liberdade”, explica Regina. Confira se você exagera nas primeiras semanas do namoro e assusta quem chega perto de você.

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Sobre Celso Silva

Meu nome é Celso Silva; nasci no Rio de Janeiro, em 24 de fevereiro de 1950. Aos 17 anos ingressei na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, São Paulo, e após 3 anos, fui para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro, formando-me em dezembro de 1973. Segui a carreira militar, passando para a reserva como coronel.
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