A MAGIA DO MUNDO MENTAL

Imagine que fosse possível viajar numa máquina do tempo, por épocas remotas. Em nossa viagem imaginativa vamos levar apenas uma pequena caixa de fósforos, uma coisa tão comum para todos nós.
O homem das cavernas passava horas a fio friccionando dois pedaços de madeira para conseguir fogo. Qual seria a reação dos mesmos quando você riscasse um simples palito de fósforos?

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Sem o conhecimento de como a coisa funciona ficariam assombrados diante dessa mágica tão poderosa. Sem sombra de dúvida o elegeriam um Mago. O mais poderoso de todos os tempos, granjearia as honras e certamente usufruiria de todas as coisas boas dessa época.
Quando não sabemos as causas que estão por trás das manifestações dizemos que é sobrenatural ou mágico. Porém desvendado o mistério, conhecendo as leis que regem esses fenômenos, passam a ser consideradas coisas absolutamente triviais.
Apesar de ter avançado bastante sobre os estudos da mente humana, o homem sabe muito pouco sobre seu funcionamento. Porém, o mais importante é que sabemos o suficiente para programá-la de forma que funcione adequadamente. O mais importante não é sabermos o que é a mente, mas sim como podemos aproveitá-la para produzir mais abundância e felicidade em nossa vida, não é mesmo? Quando usamos esses mecanismos somos capazes de realizar coisas espetaculares, antes consideradas misteriosas.
Não sabemos exatamente o que é energia elétrica, mas podemos utilizá-la para tornar nossa casa mais aconchegante. Usufruímos de todo o conforto usando essa força que quase não conhecemos, mas que sem ela certamente a nossa vida seria mais difícil, em todos os sentidos.
A mente humana é a mesma coisa. Talvez você não saiba explicar o que seja, mas o certo é que pode potencializá-la para ter um viver tranqüilo e proporcionar mais alegria e felicidade a toda sua família.
Existe em todos nós uma força, poderosíssima, mais conhecida como subconsciente. Esse não contesta a natureza de nossos pensamentos. Está sempre pronto para transformar em realidade nossos desejos, desde que criemos cenas “como se isso já tivesse acontecido.”
Essa força tanto nos protege e nos motiva a continuar enfrentando nossos problemas, como também pode nos colocar na sarjeta.
Os pensamentos envoltos em emoção tem mais força de realização. O subconsciente é o nosso servo-mecanismo e apenas cumpre nossas ordens, e na maioria das vezes sem o nosso conhecimento, já que isso pode acontecer de maneira totalmente inconsciente.
Se em nossa cabeça existem pensamentos de pessimismo, desânimo, tristeza e outros da mesma espécie, a mente vai utilizá-los como alimento tornando assim a nossa vida insuportável.
Uma pessoa que tem um elevado espírito de luta pensa e espera crescer em todos os sentidos, dispõe de força e energia para viver satisfatoriamente.
Mesmo enfrentando dificuldades, como todas as demais pessoas, sabem enxergar além das aparências e encontrar soluções. Quase sempre tiram proveito das limitações e até aprendem com as mesmas.
Outras pessoas, na mesma situação, não conseguem um bom desempenho e colocam a culpa no destino. São prisioneiras de si próprias! A saúde dessa pessoa com predisposição para o negativismo nunca anda bem. O mais interessante de observar-se, nessas pessoas, é que sempre encontram companhia para falar sobre seus males. Na lei da física os opostos se atraem, mas em se tratando de leis mentais, isso acontece de forma diferente, pois os semelhantes é que se atraem.
Acabo de lembrar-me de uma história que vovô contava quando eu ainda era bem pequeno. Como toda boa história, ela também começa assim:
Era uma vez, duas jovens e pequenas rãs. Fisicamente eram muito parecidas, porém, na maneira de viver e sentir a vida, a diferença era enorme.
Uma era entusiástica, vibrante, alegre e positiva. A outra, o retrato da desolação. Vivia tensa, triste, revoltada com tudo e com todos. Qualquer pequeno esforço que fazia, sentia um cansaço tremendo! Isso acontecia porque ao dormir não relaxava seu corpo. Sendo assim, dormia mal e acordava mais cansada ainda. Sua vida era uma tremenda confusão e quase nada de interessante acontecia! Tudo dava errado! Quando as coisas não davam certo ela dizia: “Eu sabia que isso ia acontecer”! Nem os sapinhos mais desajeitados e feios da redondeza queriam namorar com ela! Falava “pelos cotovelos”, mas não gostava de ouvir.
Enquanto alguém falava, ela já estava pensando no que ia dizer e assim não ouvia o que o interlocutor dizia, perdendo, dessa forma, valiosas informações que poderiam ajudá-la a evoluir e ser um pouco mais feliz.
Quando chovia ela dizia: “Que chuva mais chata! Vou ficar toda ensopada! Que porcaria! Logo hoje que eu ia me encontrar com o Tarugo, o sapinho que mora lá no brejo!
E quando o sol aparecia majestoso, ela falava para sua amiga: “Você viu só? Parece que o sol faz isso de propósito! Só para me contrariar! Logo hoje que eu ia dar uma caminhada bem longa para exercitar meus músculos, esse sol horrível está torrando a gente”!
Vamos ver como a rã que tem pensamento positivo reage diante dos mesmos estímulos? Quando chove ela diz: “Obrigada meu querido Deus pela chuva abençoada que molha a terra, enche os rios, mata a sede das plantas, animais e dos homens. Obrigada querida chuva que limpa tudo e revigora toda a vida na face da terra.” E quando o sol surge ela curva-se diante dele e exclama: “Ó senhor Sol! Como é bom tê-lo conosco neste dia! O senhor que aquece toda a terra. Já pensou se não fosse você existir o que seria de nós? Isso seria sem graça e talvez nós nem existiríamos, pois isso seria uma geleira eterna! Obrigada senhor Sol. Estou muito agradecida e emocionada pela sua presença”.
Essa pequena história serve para exemplificar certas pessoas que são mais ou menos assim. Qual das duas você admirou mais? Qual o exemplo que vai seguir?
Você pensou que a história tinha acabado? Ainda não!
Num terrível dia de inverno, com muito nevoeiro e o vento soprando muito forte, as rãzinhas foram visitar um parente que encontrava-se muito doente e morava bem distante do lugarejo em que moravam. Iam caminhando, ou melhor, pulando, pulando, pulando…
A mais positiva ia cantando e agradecendo a Deus por mais um dia. A outra, reclamava sempre. “Esse tempo horrível que não dá para enxergar quase nada! Esse frio que corta a alma da gente e…” Xingava outras rãs que cruzavam o mesmo caminho.
A rã positivamente tentava dar-lhe conselhos, mas ela dizia: “É tudo bobagem! Essa história só serve para vender livros e encher o bolso do autor de dinheiro! Eu não caio nessa! É a maior asneira que eu já vi”.
Iam andando pela estrada quando repentinamente, caíram dentro de um grande tarro de leite que estava sem a tampa protetora.
Os fazendeiros da região deixavam esses recipientes à beira da estrada para serem levados à cooperativa de laticínios da cidade mais próxima.
Quando a rãzinha negativa se deu conta da situação crítica em que se encontravam desesperou-se, e como sempre fazia começou a maldizer a sorte, amaldiçoando as vacas que deram leite, os fazendeiros da região, o frio e principalmente o nevoeiro que lhes tirou a visão e por isso caíram no tarro. Dizia: “Nós vamos morrer! Nada nem ninguém poderá nos salvar! Estou me afogando”! Ao invés de economizar suas forças desgastou-se inutilmente, e assim, morreu!
A outra, que tinha o astral positivo, dizia para si mesma: “Enquanto existe vida, tenho esperança”! E batia as perninhas! Pensava: “Existem muitas possibilidades de eu ser salva! Pode ser que o fazendeiro se lembre que esqueceu de colocar o tampo no tarro. Quem sabe o caminhão que vem apanhar o leite já esteja chegando? E continuava a bater suas frágeis perninhas evitando, dessa forma, devido a baixa temperatura, morrer de frio
Bateu tanto que o leite solidificou-se e virou manteiga! Ela apoiou-se na solidez da manteiga e pulou fora do tarro seguindo seu caminho, triste pela perda de sua amiguinha, mas feliz e agradecida à Deus pela nova descoberta que devolveu-lhe a vida.
Sidnei Borba
(extraido do livro A MAGIA DO MUNDO MENTAL )

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Sobre Celso Silva

Meu nome é Celso Silva; nasci no Rio de Janeiro, em 24 de fevereiro de 1950. Aos 17 anos ingressei na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, São Paulo, e após 3 anos, fui para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro, formando-me em dezembro de 1973. Segui a carreira militar, passando para a reserva como coronel.
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2 respostas para A MAGIA DO MUNDO MENTAL

  1. Sidnei Borba disse:

    Obrigado por referenciar meu livro, “A magia do mundo mundo mental”. Parabéns pelo seu fantástico trabalho.
    Sidnei Borba
    5 1 98830352
    sype: sidneiborba

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